quarta-feira, 2 de junho de 2010

- TALVEZ arriscar seja sobreviver;

talvez um voltasse, talvez o outro fosse.
talvez um viajasse, talvez outro fugisse.
talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex.
(...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não.
talvez algum partisse, outro ficasse.
talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego.
talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...).
talvez um se matasse, o outro negativasse. seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe.
talvez tudo, talvez nada.
(caio f. abreu)


arriscar a ama ainda está sendo uma tentativa bem sucedida de mostrar pra mim que nem todo mundo é igual, que o amor pode SIM funcionar comigo também. é tão bem sucedida que a palavra casamento sendo pronunciada por você não me dá enjoo. portanto, ainda que esteja você na itália e eu no brasil (por enquanto), é isso que eu quero. é esse TALVEZ que quero viver para ter certeza que ele será um SIM.

cheia de luz.
e o mais bonito foi quando ela descobriu, que podia ouvir e entender estrelas.
só quem ama pode.
(caio f. abreu)

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