domingo, 30 de março de 2008

- coragem;

hurg! péssimo péssimo! ¬¬
quanto mais eu conheco as pessoas mais eu não gosto delas. que coisa!

em primeiro lugar, tô chocada com a inveja patologica demonstrada por algumas pessoas. sinceramente, sem explicação! nunca imaginei que alguém seria capaz de chegar ao ponto de desejar coisas ruins pra alguem que diz que ama simplesmente por inveja... pessoais "normais" desejam o sucesso daqueles que amam.
é engraçado como pra algumas pessoas o dinheiro é tudo... eu não posso fazer nada se a minha família tem condição(hoje, né) de me proporcionar muitas coisas... talvez a condição atual seja justificada por um esforço do passado, não é? é, mas nem todo mundo tem a capacidade de parar pra pensar nisso.
não consigo entender como alguém pode colocar o dinheiro acima de qualquer coisa. meu deus, e o pior, afirmar que os outros se aproximam por interesse! hurg! coitados... é porque dóói no narcisista(ou será histriônico?!) admitir que alguém pode sentir sentir por outra pessoa simplesmente pelo jeito dela, pelo BOM CORAÇÃO que ela tem. acho que ninguém vê na pessoa narcisista o que somente ela vê. ela é perfeita aos próprios olhos... e só!
nunca achei que sou melhor que os outros por causa do dinheiro... nunca gostei de roupa de marca, nunca tive carro do ano... prefiro mil vezes investir meu dinheiro em coisas que eu levarei desta vida, como viagens! por mim eu viveria em uma sociedade alternativa, tipo um walden II... mas não dá né. ou quem sabe, se eu tivesse coragem, eu largaria tudo para ir ser voluntária na áfrica... largaria qualquer mordomia só para viver com a sensação de que a vida vale mais a pena do que eu posso imaginar. talvez assim conheceria uma felicidade que me faz falta.

é... queria fazer tanta coisa diferente... mas é como se algo estivesse me impedindo de criar asas e voar. ir pra beeeem longe.


eu adoro escrever. o problema é conseguir acompanhar os milhoes de pensamentos que passam por mim a cada segundo.
são tantas coisas, tantas ideias, tantos planos, tantas palavras, tantos pensamentos em uma mente tão viajante que mão nenhuma consegue transcrever.

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