quarta-feira, 26 de setembro de 2007

- someday, somehow, (...)

someday,
somehow,
i'm gonna make it all right but not right now;
i know you're wondering when.


que dia foi esse? hunf!
apesar de todas as coisas que deram errado, foi um dia bastante produtivo.
um peso a menos já ter me livrado de algumas matérias da faculdade. é a recompensar de ser estudiosa! ehehe!
mas o melhor de tudo nem foram os foras na xerox do tipo descobrir que o tiozinho dorme embaixo do balcão ou ele rir das bobeiras que a gente fala; nem foram as besteiras que aquelas meninas falaram pra Agda, como o motivo da minha amiga estar emagrecendo não é o que ela deixou de comer, mas o que "passou a comer".
o melhor de tudo foi a reunião do AA. adorei!
sabe, a gente não tem muita noção de que o alcoolismo é uma doença até o momento em que se entra em contato com pessoas portadoras desta doença "incurável e mortal"(como disse uma pessoa do grupo).
nem me importei de ter ido pra lá sem comer, sem tomar banho porque eu fui direto da faculdade, que por sinal não tem ar-condicionado. e olha que a gente paga R$1070,00 de mensalidade. hunf!

e ontem eu fuçava no meu blog antigo,
mais especificamente no anoe de 2005, que foi muito especial; porque 2004 foi deprimente! acho ridículo ler as coisas bobas que eu falava sobre amor. quem disse que aquilo era amor? bom, se era ou não, acabou. e de alguma maneira foi 'bom', e claro, de MUITA aprendizagem.
continuando, achei uma coisa que escrevi no dia 27/02/05, exatamente dois dias depois de um certo acontecimento:

"hoje eu acordei sem querer acordar, sem querer levantar, queria passar o dia todo dormindo e nem pensar em VOCÊ! na falta que você faz! nem queria lembrar das coisas que você falou aquele dia, bem baixinho e me fizeram rir! das coisas sem noção que a gente conversou! não queria lembrar também do seu sorrisinho mais bonitinho...! e por alguns minutos, eu nem me senti tão estranha e deslocada do mundo, me senti feliz demais e completa! ah, mas e daí? agora você tá longe de mim e eu tô sentindo sua falta! e você sente a minha? eu penso em você, claro! e você pensa em mim? ahhhh, como eu adoro você!!! e você, me adora também? mesmo que um pouco? queria trazer você aqui de volta pro meu ladinho! e eu juro que iria ser legal! a gente poderia rir, a gente poderia cantar, a gente poderia até dormir ou assistir um filminho brega na televisão! acho que tudo isso seria tão bom, mas só se você estivesse aqui comigo! você prometeu que não iria esquecer de mim, lembra-te disto? eu espero você voltar, mas não demora muito, tá?"

este eu não terminei dizendo: espero um dia ouvir da sua boca tudo, o que quero te dizer da minha.
e hoje, tanto tempo depois, percebo que pouco mudou em relação a isso.
nesta época a situação não dependia de mim, o que era mais fácil, mas agora sinto que depende e eu não sei lidar com isso. (...)
é, acho bom eu estudar mais sobre 'soluções de problemas' na análise do comportamento, quem sabe assim não aprendo mais sobre resolver problemas. heheh!

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Segundo Skinner (1999), resolver um problema é mais do que emitir a resposta que será a solução. Implica ainda em dar os passos necessários para tornar a resposta-solução mais provável de ocorrer, geralmente promovendo mudanças no ambiente ou no próprio comportamento. Pensar uma solução é um comportamento modelado e mantido por uma longa história de reforço anterior, que torna a pessoa uma solucionadora de problemas. Trata-se de uma habilidade aprendida através de treino prévio, instrução e reforço.


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